O QUE CURAMOS EM NÓS, PROTEGE NOSSOS FILHOS
- Soraia Trino

- 18 de dez. de 2025
- 1 min de leitura
O artigo “Childhood Verbal Abuse and Risk for Personality Disorders during Adolescence and Early Adulthood”, publicado na revista científica Research Gate, detalha uma pesquisa feita com 793 famílias nova-iorquinas entrevistadas quando os filhos tinham 5, 14, 16 e 22 anos.
Dessa análise feita durante 17 anos, os cientistas descobriram que filhos que sofreram abuso verbal materno durante a infância tinham três vezes mais chances de apresentar transtornos de personalidade na adolescência e início da idade adulta (como paranoia e transtorno obsessivo-compulsivo) do que aqueles cujas mães não gritavam.
Entre as mães que ainda defendem essa prática, a justificativa mais comum é que “esse menino é uma peste, só quer me irritar”. Elisama Santos, autora do livro Por que gritamos, falou sobre isso em entrevista ao jornal Zero Hora:
“O grito fala sobre mim, não é sobre o meu filho. […] A criança não perdeu a capacidade de aprender de outra forma, mas o adulto perde a capacidade de falar, chega em um limite. As pessoas precisam entender os seus limites, porque eles existem”, analisa Elisama.
E você ? Quais padrões comportamentais está repetindo da sua infância ? Você quer que seus filhos sejam adultos com traumas e transtornos ou deseja que sejam pessoas livres e saudáveis emocionalmente ? A quebra deste ciclo, está em suas mãos ✋️ #fiossaudáveis #neurociências #psicanálise @soraiatrino.psicanalista






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